Nossa História

  • Primeiro Passo

    Em dezembro de 1979, dois alunos do último ano do curso de Letras da Universidade Federal da Bahia levaram nova motivação às aulas de inglês do pequeno Colégio Amado Bahia, localizado na Ribeira. Tratava-se dos futuros professores Torquato Teixeira Filho e Antonio Ayres, que despontavam para o magistério da língua inglesa como língua estrangeira, plantando ali as suas primeiras sementes.

    A ânsia de experimentar princípios e técnicas aprendidos na faculdade, aliada à força de sua juventude e ao comprometimento com a responsabilidade não passaram despercebidos pela coordenadora e pelos diretores do colégio; chamando-os certo dia, sugeriram-lhes a abertura de um curso de inglês, cedendo-lhes para esse fim duas salas do próprio colégio. O trabalho desenvolvido pelos jovens estudantes no Amado Bahia serviu de base não só para a sedimentação da prática pedagógica dos futuros professores, mas, igualmente, de experiência significativa para o desenvolvimento do então embrionário AEC, então American English Course.

    Sem a formalidade própria dos grandes cursos profissionalizados, o período de dezembro de 1979 a março de 1980 foi mais do que suficiente para o planejamento, a divulgação do curso e o início das aulas em duas salas (uma de aula e outra da recepção) sendo ocupadas com a capacidade total de 30 alunos. Fundamentados nos princípios do Método Audiovisual praticados em aulas dadas pelo Prof. Teixeira em outros institutos de idiomas, e no material didático “English for a Changing World”, a dupla de estudantes lançou-se a campo preocupados, em primeiro lugar, em corresponder às expectativas dos seus alunos, através da motivação presente não só, nos recursos audiovisuais próprios do método, mas também no desempenho dinâmico então imprimido às suas aulas.

  • Segundo Passo

    Após seis meses de funcionamento em instalações cedidas pelo Colégio Amado Bahia, os seus sócios, os professores Torquato Teixeira e Antonio Ayres, fizeram uma avaliação dos resultados alcançados e verificaram que a experiência fora satisfatória, mas o espaço então disponível tornara-se pequeno e dificilmente conseguiriam ampliá-los dentro dos limites do Colégio. Resolveram então que o ideal seria alugar uma casa nas imediações do bairro, que oferecesse o espaço necessário à concretização dos seus novos e mais amplos objetivos. A solução surgiu através do aluguel de uma casa de propriedade do Sr. Gutembergue de Aguiar, situada à Rua Domingos Rabelo, 46, não muito distante do Colégio Amado Bahia. Após uma pequena reforma nas quatro salas, já se encontrava devidamente adaptada às novas necessidades do AEC.

    Tendo aumentada a sua capacidade de matrícula – a escola contava agora com mais de 60 alunos – os professores procuraram aperfeiçoar o seu desempenho na aplicação do método adotado e na administração do curso.

    Diante do sucesso do empreendimento, após um semestre de funcionamento, o professor Teixeira, visualizando horizontes mais largos, considerava já a possibilidade de abrir uma filial num bairro mais central da cidade, onde houvesse um poder aquisitivo mais elevado do que na Ribeira. Persistente na idéia da filial, o Prof. Teixeira encontra mais um sócio, também colega do curso de letras, o Prof. José Carvalho, e assim concretiza-se na casa situada à Rua Frederico Costa, 95, no bairro de Brotas, permanecendo ali pelo período de um ano.

    A sede da Ribeira, contando então com mais de 60 alunos e, parcialmente sem o Prof. Teixeira, que se ocupava da filial, sentindo a necessidade de mais professores, contrata: as Profs. Jacira Daltro, Joanice Barbosa e o Prof. Rafael Lima.

  • Terceiro Passo

    Em 20 de Março de 1981, o AEC de Brotas inicia suas atividades, tendo como professores Torquato Teixeira e José Carvalho. O prof. Antonio Ayres permaneceu na sede da Ribeira, como seu diretor. Vale lembrar que aí teve início uma atividade importante para o desenvolvimento da competência comunicativa do professor, a criação do Clube de Conversação aos sábados, que trazia convidados de outras escolas e visitantes estrangeiros de passagem pela cidade.

    As atividades do AEC – Brotas, (nesse imóvel), tiveram vida curta, não ultrapassando dois semestres. Suas instalações não eram satisfatórias e, com o número de alunos igual ao da Ribeira (60), mudou-se para a casa de no. 51, na mesma rua.

  • Quarto Passo

    A casa da Rua Frederico Costa, 51, foi de vital importância para o AEC. Foi onde a escola permaneceu mais tempo e onde ocorreram transformações significativas, quer no campo pedagógico e no metodológico, quer no administrativo, responsáveis pelo seu amadurecimento e consolidação no âmbito da comunidade onde atua. Nos primeiros anos, manteve a mesma organização administrativa existente na sede anterior. Entretanto, com o passar do tempo, discordâncias internas resultaram na saída do Prof. José Carvalho da sociedade e, posteriormente, o Prof. Antonio Ayres, fechando a sede da Ribeira, deixando o Prof. Teixeira como único proprietário da escola

    Dentre as inovações ocorridas nesse período, destacamos as seguintes:

    • Permanência do Clube de Conversação para professores até 1990;
    • Introdução das atividades extra-classe tais como música, conversação e curiosidades, às sextas-feiras;
    • Criação de um espaço para a realização de atividades extras e eventos;
    • Criação dos seguintes eventos: Forró do AEC, ocasião em que era escolhida a Garota AEC (em junho), Spring Festival (em setembro), criado pela notável Prof. Jacira Daltro, Halloween (outubro);
    • Criação do serviço de monitorias;
    • Reuniões para treinamento de professores.

    Do ponto de vista metodológico, registraram-se três mudanças no material instrucional:

    • do “English for a Changing World” para o “New English for a Changing World”;
    • do “New English for a Changing World” para o “New Intercom”;
    • do “New Intercom” para o “Intercom 2000”.

    O AEC agora já havia deixado o amadorismo que o caracterizou nos primeiros anos e, com uma população-alvo de 250 – 300 alunos, passara a adotar uma postura mais profissional em todos os aspectos.

    Durante esta fase cogitou-se de uma ampliação horizontal, com escolas em diferentes bairros, mas foi mais forte a consciência da responsabilidade, reconhecendo que faltava ao AEC o sustentáculo de uma infra-estrutura que permitisse a concretização dessa meta. Faltava ao AEC, por exemplo, uma sede própria, meta parcialmente alcançada com a aquisição, em maio de 1992, da casa onde funciona atualmente, ainda na mesma Rua Frederico Costa, porém agora no número 35-A, melhor localizada, e mais ampla.

  • Quinto Passo

    A aquisição pura e simplesmente do imóvel não resolvia o problema da sede própria. Este requeria urgente reforma para adequá-lo às necessidades da escola, colocando-a entre as melhores da cidade. Para isso não foram medidos esforços no sentido de viabilizar o projeto material e econômico. A mudança, desta vez definitiva, ocorreu a 17 de dezembro de 1992.

    Só a partir daí, já em sua sede própria, é que o AEC começa a se sentir realmente em casa e fica mais à vontade para dar passos mais largos e, assim, empreender uma reestruturação quase que total. Tal reestruturação visa não somente o crescimento quantitativo, como também melhorar a qualidade de ensino.

    Dentre as mudanças que vêm ocorrendo, vale destacar as seguintes:

    • O NOME – Passou de “AEC – Curso de Inglês” para “AEC Idiomas”;
    • AS CORES – De vermelho, azul e branco, passam para azul marinho e azul claro;
    • O MATERIAL – O AEC deixa de usar o Intercom 2000 e começa a usar o Spectrum New Edition;
    • O ESPANHOL – O AEC começa a ensinar mais uma língua;
    • A INFORMÁTICA – O AEC informatiza-se e cria uma pequena rede de computadores;
    • U.S.A. VIA SATÉLITE – O AEC adquire antena parabólica e uma TV de 33′ e passa a usar o sistema de TV por assinatura;
    • TELEFONE – O AEC adquire mais uma linha telefônica;
    • ESPAÇO AEC – O Espaço AEC é totalmente reformulado e ampliado;
    • PROGRAMAÇÃO VISUAL – O AEC ganha uma nova programação visual;
    • MARKETING – O marketing do AEC passa a ser mais atuante;
    • DESCENTRALIZAÇÃO – A direção do AEC sente a necessidade de empreender uma descentralização, não só na parte administrativa como na parte pedagógica e, aos poucos, vem implementando-a;
    • EVENTOS – Eventos mais organizados trazem mais motivação para professores e alunos do AEC.

    É claro que tantas mudanças acarretam certos contratempos, mas isso não elimina o desejo da direção de empreendê-las cada vez mais, pois ela continua segura de que sem os passos que deu não teria chegado onde chegou. A direção sabe, também, que serão necessários muitos e muitos outros passos para realizar, cada vez melhor, aquilo que costuma realizar bem, e com amor.

  • Sexto Passo

    • O FRANCÊS – O AEC começa a ensinar a terceira língua estrangeira;
    • MATERIAL DIDÁTICO – De True Colors o AEC passa a utilizar o Top Notch
    • Mais uma reforma acontece e agora o AEC Idiomas conta com dois salões para eventos totalmente climatizados;
    • Internet wireless disponível para alunos e funcionários;
    • Data show, sistema de som e iluminação de última geração;
    • Sistema de câmeras via internet 24 horas (mais segurança para alunos e funcionários);
  • Sétimo Passo

    Desse, todos nós hoje fazemos parte. Portanto, vamos unir nossas forças com o objetivo de fazer o AEC cada vez maior, pois ele crescendo mais e mais, cresceremos juntos e teremos orgulho de termos contribuído com uma pequena semente …